Preguntas frecuentes
Há vários itens a observar, entre eles o preço, estado de conservação e autenticidade dos documento, no caso de veículo usado
Quando se trata do primeiro veículo, é interessante a compra de um carro usado, o que exige ainda mais atenção. De acordo com a Fundação Procon-SP, para evitar surpresas, como um veículo em mau estado ou mesmo roubado, é importante ficar de olho em alguns “detalhes” antes de fechar negócio:
- Verifique a autenticidade dos documentos;
- Confira o número do chassi gravado em diversos lugares do veículo;
- Atenção ao estado de conservação da parte mecânica e da funilaria – se for o caso, procure a ajuda de um mecânico de sua confiança para avaliar o estado geral do carro.
Ainda segundo o Procon, como o preço dos carros usados costuma variar muito, a pesquisa é extremamente necessária! Considere o modelo, a cor, o ano de fabricação, a quilometragem, as revisões realizadas e os opcionais (alarme, som, desembaçador, vidro elétrico etc.), para avaliar se o valor está de acordo com o de mercado.
Os valores podem variar de um estado para outro. Consulte aqui alguns custos de referência e planeje-se!
Muitas pessoas têm o sonho de começar a dirigir, tirar a carteira de motorista, mas esquecem dos custos envolvidos no processo.
Afinal, além de ser um documento, a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) atesta a capacidade do indivíduo em conduzir um veículo, por isso reúne vários quesitos, descritos abaixo.
Vale lembrar que os valores podem variar de um estado por outro. De acordo com o Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo), por exemplo, os custos envolvidos para tirar a 1ª habilitação – permissão para dirigir, são:
Exame Médico - R$ 54,19
Exame Psicotécnico - R$ 63,22
Aulas de direção (custos variam de uma auto-escola para outra)
Exame teórico (sem custos no Detran)
Exame prático – R$ 45,16
Taxa de expedição da Carteira Nacional de Habilitação - R$ 27,09.
Links úteis:
Detran-SP
Grande parte corresponde aos gastos com mão de obra, água e luz. Restante é destinado à manutenção de áreas comuns e outras despesas
De acordo com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), 70% a 80% do valor do condomínio corresponde a gastos com mão de obra, encargos sobre a mão de obra, luz, água e esgoto.
O restante é destinado à manutenção das áreas comuns, ao material de expediente e aos honorários da administradora, além de 5% que devem ir para um fundo de reserva.
Para evitar sustos, reclamações e gastos desnecessários, é importante que o síndico discuta e aprove em assembleia o provisionamento de todos os gastos do condomínio ao longo do ano, incluindo extras, como bonificação e décimo terceiro de funcionários.
Além disso, segundo especialistas, é importante que, ao final do ano, seja feita uma avaliação minuciosa da folha de pagamento do condomínio (para checar excesso de horas extras, por exemplo), sendo que este também é um bom período para verificar o consumo médio de água e energia elétrica, rever os contratos com prestadores de serviços e realizar novas cotações, negociando melhores preços e condições de pagamento.
Leitura recomendada:
Antes da compra do imóvel, considere o condomínio
Aluguel do imóvel
Além da pesquisa de preços, é importante dedicar atenção à quantidade certa dos produtos, evitando o desperdício
O primeiro passo para uma boa economia na hora de reformar é a pesquisa de preços. Além disso, a pessoa deve estar atenta à quantidade certa de cada produto. Ao planejar neste sentido, é possível economizar evitando o desperdício, a correria até uma loja ou até a falta permanente do item (por estar esgotado, fora de linha ou ser diferente do original).
Especialistas indicam uma margem média de segurança de 10% ao fazer compras para a reforma, uma quantia que fará o material sobrar para garantir a continuidade da obra e para eventuais reparos. Porém, lembre-se que cada elemento tem uma taxa própria de desperdício e variantes:
- Azulejos - devem ser comprados e calculados sobre a área real (sem portas e janelas), considerando que, se a composição não for lisa, é bom levar para casa uma sobra maior. Recomenda-se ainda um estoque em casa, para o caso de reparos futuros, em grande parte por problemas hidráulicos. Sem a reserva, será difícil encontrar a mesma peça, pois elas saem de linha rapidamente.
- Pisos - na escolha do piso, tenha em mente que, quanto maior a peça, maior a perda, pois o material é cortado para seguir os desvios do chão, como uma linha diagonal. Também é aconselhável um estoque de pelo menos uma caixa, para manutenção futura. O rodapé, por sua vez, se feito do mesmo material, terá de ser calculado à parte.
- Cimento - como o item possui uma vida útil curta, pois o pó começa a empedrar em cerca de quinze dias, a dica é comprar os sacos a cada duas semanas e não armazenar, para não perder material.
- Tinta - o rendimento de uma lata de tinta varia bastante entre as marcas, dependendo também da porosidade da parede e do tipo de tinta. O fabricante costuma informar quantas demãos em média são necessárias para cobrir uma superfície, mas uma fórmula padrão é a seguinte: o consumo dos galões é igual à multiplicação da metragem pelo número de demãos, dividido pelo rendimento informado pelo fabricante. No caso de cores feitas em misturadores, deve-se somar ao resultado do cálculo mais 10%, para evitar que o produto acabe antes do serviço ser finalizado.
Leitura recomendada:
Como evitar perdas na reforma
Planeje bem cada passo
Não existe uma resposta comum a todos os casos. É preciso analisar o perfil e as necessidades de cada comprador
A resposta vai depender de algumas variáveis, já que ambas as opções envolvem custos bem elevados. Para saber o que é mais vantajoso, o primeiro passo é estipular uma base de comparação: quanto custaria um imóvel maior?
Definido esse valor, é hora de colocar, na ponta do lápis, os custos das reforma. Vale lembrar que, durante este período, você terá que conviver com a poeira e o barulho – sem falar nos gastos, que sempre ultrapassam o orçamento -, ao passo que, se mudasse para um imóvel maior, teria todo o trabalho referente à mudança.
É importante colocar tudo na balança:
- o que é mais barato?
- para a compra da casa maior, é importante considerar a venda da atual. Qual é a sua urgência para ter um imóvel maior?
- que imóvel está mais valorizado?
- você gosta de onde mora ou não se importaria em ir para outro lugar?
- é possível realizar a reforma da forma de você quer? (Neste caso, vale checar com a prefeitura os trâmites necessários para alterar a planta da casa)
- você teria que alugar outro imóvel, enquanto reforma o seu?
- O que lhe faria mais feliz?
- O que lhe deixaria menos estressado (a)?
Analisando todos os prós e contras, fica mais fácil decidir e tomar a decisão mais acertada para o seu caso.
Leitura recomendada:
Como comprar bem seu imóvel
Prepare-se para a mudança
Planeje a reforma da casa
Facilidade pede alguns cuidados, para evitar roubo de identidade e prejuízos financeiros. Confira as dicas!
A comodidade de comprar sem sair de casa tem atraído cada vez mais adeptos às compras on-line. Mas a facilidade pede alguns cuidados, para evitar roubo de identidade e prejuízos financeiros.
Seguem algumas formas de comprar com segurança na rede:
- Utilize apenas sites seguros e lojas que, de preferência, tenham alguma recomendação
- Mantenha o antivírus instalado e atualizado – para dar mais segurança à navegação
- Não forneça sua senha a menos que você tenha iniciado a transação – nunca informe esse código em pedidos de cadastramento ou recadastramento
- Guarde número de protocolo e comprovante de compra – para comprovações futuras
- Fique atento ao seu extrato bancário e fatura do cartão - para checar cobranças indevidas
- Confie em seus instintos – se não tiver bom pressentimento sobre determinado estabelecido, busque um outro lugar!
- Evite entrar nas lojas através de e-mail com promoções mirabolantes. Confira as promoções diretamente no site da loja digitando o endereço para evitar golpes!
Além disso, para garantir ainda mais a sua segurança, proteja, também, o seu computador:
- Nunca clique em atalhos recebidos em um e-mail não solicitado.
- Nunca abra e-mails não solicitados, apague-os.
- Nunca forneça dados pessoais, o número do seu cartão e/ou informação financeira em transações que você não iniciou.
- Proteja suas senhas. Nunca as escreva nem as forneça, a menos que você tenha iniciado a transação.
- Em casa, utilize ferramentas de segurança na internet como anti-spam, firewalls e antivírus.
- Não passe sua senha por e-mail.
- Ao receber um e-mail de seu banco, tenha certeza que você solicitou este contato. Caso contrário, antes de abrir o e-mail ou clicar em algum link, entre em contato com seu gerente e pergunte sobre a origem do e-mail.
Links úteis:
Movimento Internet Segura: www.internetsegura.org
É importante abordar o assunto de forma aberta, franca e civilizada, pensando no futuro do ex-casal e, sobretudo, dos filhos
Fazer contas, analisar orçamento e patrimônio não são tarefas que a maioria aprecia. Este exercício, no entanto, é ainda mais desagradável quando acontece no âmbito de uma separação conjugal.
Ainda que pareça impossível, dedique-se ao assunto com certa tranqüilidade e racionalidade. Lembre-se que, enquanto o tempo trabalha a seu favor quanto à sua recuperação emocional e psicológica, o mesmo não vale para a sua situação financeira. Assim fica mais fácil entender a importância de se discutir o tema, de forma aberta, franca e civilizada, quando a separação é inevitável.
Seguem algumas dicas para preservar seu patrimônio em caso de fim da união:
- troque a conta conjunta, por uma individual;
- mantenha bens e recursos do patrimônio pessoal/exclusivo isolados do patrimônio do casal, evitando a acumulação destes com outros recursos e bens pertencentes à comunhão (nos casamentos com comunhão parcial de bens);
- documente toda e qualquer operação que, durante o casamento, seja feita com recursos anteriores à união. Em caso de separação, a existência de documentação relativa à origem dos recursos ou bens utilizados para a aplicação financeira assegurará a manutenção das aplicações dentro de seu patrimônio pessoal/exclusivo, não se sujeitando à divisão (nos casamentos com comunhão parcial de bens).
- retome a sua vida - você passou por uma situação extremamente desgastante do ponto de vista emocional e psicológico, mas isso não é desculpa para deixar de lado a razão, e se afogar em uma lamentação incessante, ou, pior ainda, para gastar a sua parte da separação em gastos por impulso!
Ideal é iniciar uma reserva de emergência, guardando, mensalmente, 10% do seu salário para atingir este objetivo
A principal dica é: tenha sempre uma reserva de emergência. Como imprevistos acontecem, é melhor estar preparado, também financeiramente, para eles.
Antes de começar a investir, consultores financeiros indicam que se tenha um “colchão de emergência” equivalente a três meses de despesas – alguns falam até em seis ou dez meses. Esse colchão servirá para imprevistos (como a falta de emprego, uma doença na família ou outra necessidade eventual), evitando que a “surpresa” com esses gastos extras acabe com o seu planejamento financeiro. Ajudará você, também, a encarar fases difíceis de uma forma mais tranquila – pelo menos do lado financeiro.
Para iniciar a reserva, a dica é destinar, mensalmente, uma parte do salário para este fim. Algo como 10% dos ganhos. Mas é importante que o valor seja transferido para esta finalidade, seja para uma conta poupança ou outra conta corrente, como um compromisso mensal, uma conta a pagar. Deixar para fazer isso no final do mês, ou optar por guardar “o que sobrar”, pode por o planejamento em risco.
Leitura recomendada:
Conversar e decidir a respeito é fundamental para a composição de um bom planejamento financeiro, conciliando necessidades e objetivos dos cônjuges
Essa é uma decisão que cabe a cada casal e que deve ser discutida entre eles. A discussão de temas como este é fundamental para a composição de um bom planejamento financeiro, conciliando necessidades e objetivos.
Alguns especialistas defendem que, mesmo após o casamento, cada cônjuge mantenha sua conta-corrente individual, para preservar a individualidade, a responsabilidade e sua independência, além de evitar brigas.
Na hora do pagamento das despesas, no caso de contas separadas, o casal deve entrar em um acordo sobre quem fica responsável pelo quê.
Mesmo quem defende contas separadas destaca que, para o planejamento de algo no longo prazo (como a compra de um imóvel), a conta conjunta pode facilitar, já que cada um depositaria um valor mensal e o dinheiro teria um destino previamente definido.
A conta conjunta, por outro lado, também tem vantagens, inclusive financeiras. Como o saldo tende a ser maior – já que contará com a renda de ambos – as tarifas tendem a ser mais vantajosas, bem como as taxas de juros menores etc.
Assim, para quem está pensando em se casar, além de decidir sobre questões da cerimônia de casamento, pensar nas finanças do casal também é de extrema importância.
Para saber mais sobre o assunto, visite nossa seção Etapas da Vida:
Se bem conduzida, esta pode ser uma forma eficiente de planejar suas finanças. Saiba como.
Ter mais de um cartão de crédito não é errado e pode ser, inclusive, uma forma de planejar melhor o pagamento de contas, já que você pode distribuir as compras ao longo do mês, de acordo com o vencimento de cada cartão (a ideia é que cada um tenha um dia diferente de vencimento, de preferência com uma certa distância, de acordo com as datas de entrada das suas receitas).
A opção, no entanto, é indicada para pessoas que são organizadas financeiramente e que não correm risco de se perder nas contas, ultrapassar limites etc.
Cuidado, também, para não comprometer uma parcela muito grande do orçamento com os gastos no cartão de crédito, pois existem outras despesas que devem ser honradas. Assim, se o ideal é não comprometer mais do que 30% da renda com dívidas no cartão, para quem possui mais de um plástico, isso não significa que pode comprometer 30% do salário com cada um deles. Atenção, o limite é total: somando os gastos com todos os cartões, procure não ultrapassar esse percentual.
Para saber mais sobre cartão de crédito, acesse:
Vantagens do cartão de crédito
Como gerenciar as contas tendo mais de um cartão
Como analisar a fatura do seu cartão de crédito
Talvez você não consiga, em cinco anos, juntar o montante total da faculdade, mas é importante começar a estruturar as finanças para isso
O primeiro passo é fazer uma pesquisa de preços e estimar qual o valor da mensalidade da faculdade. É claro que os preços variam bastante, tanto de curso para outro, quanto de universidade para outra. Além disso, como ainda faltam cinco anos, pode ser que o seu filho ainda não saiba exatamente qual carreira seguir. A ideia, então, é apenas estimar uma meta, para, a partir daí, traçar um planejamento.
Definido o valor, é hora de fazer contas. Talvez você não consiga, em cinco anos, juntar o montante total da faculdade, mas é importante começar a estruturar as finanças para isso.
Quanto você consegue guardar por mês? Esse valor será suficiente? Existem formas de diminuir gastos no seu orçamento para destinar um montante maior para a “poupança da faculdade”? Essas são perguntas que você deve se fazer desde já, para planejar bem a próxima fase.
Se a ideia é investir um montante mensal, para ter rendimentos sobre o valor, cuidado ao escolher a modalidade de investimento. Como você não pode arriscar muito, pois não pode perder o dinheiro aplicado, prefira fundos de renda fixa ou multimercado, que garantem uma rentabilidade maior do que a poupança, com menos risco que o mercado de ações.
Para saber mais sobre o assunto, visite o tópico Ensino Superior, na seção Etapas da Vida:
http://www.financaspraticas.com.br/323527-Ajuda-financeira.note.aspx
Não existe resposta única, já que a decisão depende de uma série de fatores, principalmente aqueles relacionados às questões financeiras
Faz parte da educação financeira dos filhos o processo de independência. No entanto, definir este momento é algo complicado, pois não existe regra única. O importante é criar os filhos com a consciência de que, cedo ou tarde, deverão buscar o crescimento profissional e, por meio do emprego, recursos para o próprio sustento.
Se a pessoa tiver condições de esperar o término do ensino médio e a entrada na faculdade para ingressar no mercado de trabalho, vale a pena, já que os objetivos já são mais concretos e é possível ingressar em um emprego de acordo com a área de interesse do jovem.
Para alguns, arranjar um emprego é uma necessidade para a conclusão da própria faculdade, já que o salário será usado para o pagamento das mensalidades. Se esse não é o caso, é importante analisar se arrumar um emprego logo nos primeiros semestres da faculdade não irá prejudicar os estudos.
Como pais, é importante ter em mente que não será no primeiro emprego que o jovem conseguirá a independência financeira. Assim, o apoio da família é de extrema importância nesta hora. Uma boa conversa, para que todos possam expor ideias, necessidades e opiniões, pode ajudar na tomada desta decisão.
IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) é usado como referência na maioria dos contratos
O reajuste do aluguel deve ser feito de 12 em 12 meses e, já no contrato, as partes devem optar por utilizar, para isso, algum índice oficial de inflação, como os publicados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) ou pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).
O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) é usado como referência na maioria dos contratos. Não podem ser utilizadas, como balizadoras para reajuste de aluguel, as variações do salário mínimo ou de moeda estrangeira.
Vale lembrar que o índice de reajuste e outras condições importantes, que darão segurança a você, inquilino, e também ao locatário, devem estar listadas em contrato, de maneira clara e objetiva, para evitar dúvidas e desentendimentos no futuro.
Cada cláusula deve ser analisada com a máxima atenção, pois será o instrumento seguido por ambas as partes na locação de um imóvel.
Link útil:
Secovi – Sindicato da Habitação
Leitura recomendada:
Cuidados ao alugar um imóvel
Contrato de aluguel
Apesar de a casa própria ser o sonho de nove entre dez brasileiros, existem situações em que continuar no aluguel ainda é vantajoso
A casa própria é o sonho de nove entre dez brasileiros. No entanto, se analisadas algumas variáveis, faz sentido questionar se é sempre mais vantajoso comprar um imóvel do que alugar um.
Vamos imaginar duas situações diferentes para uma pessoa que paga um aluguel de R$ 1 mil:
1 – Ela quer financiar a compra da casa própria.
2 – Ela tem dinheiro para comprar a casa à vista.
No primeiro caso, se a parcela do financiamento é menor que o aluguel, vale a pena financiar e adquirir o imóvel próprio.
Agora, se a pessoa tem dinheiro para comprar o imóvel à vista, a análise deve ser diferente. Neste caso, a avaliação deve ser feita da seguinte forma: se a pessoa aplicar o dinheiro destinado à compra da casa, receberá mais de R$ 1 mil por mês de rentabilidade? Se sim, é melhor deixá-lo aplicado e continuar no aluguel, utilizando os rendimentos para o pagamento da locação e mantendo a aplicação financeira.
A análise, claro, não considera o lado emocional, da conquista do patrimônio etc.. Mas, se o consumidor conseguir se livrar do aspecto emocional, pode se surpreender ao perceber que pagar aluguel por um pouco mais de tempo, em alguns casos, é uma alternativa a se pensar.
Deve-se considerar, também, em qual etapa da vida a pessoa está. Se pretende casar, ter filhos, se planeja morar fora do país ou mudar de cidade. Como toda decisão, deve-se levar em conta muitos questionamentos. Não existe regra única neste caso.
Na hora da compra da casa própria, o brasileiro tem uma série de opções de financiamento para facilitar a aquisição do imóvel
Na hora da compra da casa própria, o brasileiro tem uma série de opções de financiamento para facilitar a aquisição do imóvel, seja ele casa ou apartamento, novo ou usado. Para a realização deste sonho, podem ser utilizados os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), ou o financiamento direto com a construtora.
O financiamento com a utilização de recursos do FGTS faz parte do SFH (Sistema Financeiro de Habitação). Seja imóvel residencial pronto ou em construção, é possível utilizar recursos do FGTS para comprar a casa própria e também para pagar parte do saldo devedor (amortização) ou liquidar a dívida.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, para usar o FGTS, o imóvel deve destinar-se, obrigatoriamente, à instalação de residência do proponente, cujos recursos estão sendo utilizados. Além disso, o imóvel a ser adquirido deve estar situado em uma das seguintes localidades:
No município onde o proponente exerça a sua ocupação principal, ou em município limítrofe ou integrante da respectiva região metropolitana;
No município em que o proponente comprovar que já reside há pelo menos um ano.
Já o financiamento com recursos do SBPE permite a compra de imóveis residenciais, novos ou usados, em até 30 anos. A modalidade pode ou não estar enquadrada nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), dependendo dos valores do imóvel e do financiamento a ser adquirido. Nas operações enquadradas nas condições do SFH, é possível escolher entre taxa de juros pré ou pós-fixada.
Os financiamentos feitos diretamente com as construtoras oferecem maior flexibilidade de negociação. Não há imposição de limites sobre os valores financiados, renda ou taxas de juros. Porém, nessa modalidade, existem riscos muito maiores para os compradores, como a falência da construtora, por exemplo.
Links úteis:
Caixa Econômica Federal
www.caixa.gov.br/habitacao/index.asp
ABECIP – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e de Poupança
www.abecip.org.br
Apenas quando colocamos tudo no papel é que percebemos, com mais clareza, como estamos gastando nosso dinheiro. Pense nisso!
A principal forma para avaliar se está extrapolando nos gastos é por meio de uma planilha de orçamento. Com a planilha, que deve conter todas as despesas e receitas de determinado período – normalmente mensal – é possível destacar os principais gastos, se eles estão compatíveis com os ganhos, se existem formas de cortá-los.
Mantendo a planilha atualizada, a pessoa pode organizar melhor as finanças pessoais e descobrir para quais itens está indo a maior parte dos ganhos. Se perceber que está extrapolando em determinado item, avalie a real necessidade deste gasto e, se for necessário, promova alguns cortes no orçamento.
Leitura recomendada:
Como elaborar um orçamento?
Calculadora de orçamento
Não existe um valor mínimo para começar a investir na Bolsa, mas tudo depende do preço das ações que o investidor deseja comprar e da corretora escolhida
Diferente de algumas aplicações financeiras que requerem um determinado montante inicial do investidor, não existe um valor mínimo para começar a investir na Bolsa.
No entanto, o montante dependerá do preço das ações que o investidor deseja comprar e da corretora escolhida, uma vez que o preço da corretagem (taxa cobrada, que pode ser fixa ou variável, a cada negociação realizada) varia de corretora para corretora.
É aconselhável que o investidor não dependa do recurso aplicado em ações para gastos imediatos e que tenha um horizonte de investimento de médio e longo prazos. Ganhos a curto prazo não devem ser a expectativa de quem decide investir em ações.
Leitura recomendada:
Como começar a investir?
O que considerar na hora de investir?
Links úteis:
BM&F Bovespa
O termo sobrepreço vem da expressão em inglês "surcharge", que significa custo adicional
O termo sobrepreço vem da expressão em inglês “surcharge”, que significa custo adicional. O sobrepreço tem aparecido bastante na mídia desde que começaram as discussões sobre cobranças diferenciadas para compras com cartão de crédito.
Alguns projetos de lei em tramitação defendem que compras pagas com cartão de crédito devem ter preço diferenciado.
Órgãos de defesa do consumidor, no entanto, defendem que quem compra não pode arcar com esse custo, principalmente se forem considerados os benefícios adquiridos pelo lojista com a aceitação do plástico, como a redução da inadimplência e o aumento da segurança. Além disso, essas entidades são unânimes em considerar a diferenciação de preços segundo o meio de pagamento como uma prática abusiva.
Links úteis
Pro Teste – Associação de Consumidores - Campanha Cartão é Igual a Dinheiro
www.proteste.org.br/servicos-bancarios-financeiros/../dossies-p168886.htm
O contribuinte que perder o prazo de entrega da declaração está sujeito à multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido
O contribuinte que perder o prazo de entrega da declaração está sujeito à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido apurado na declaração. O valor mínimo da multa é de R$ 165,74, podendo chegar ao valor máximo de 20% do imposto de renda devido.
Segundo a Receita Federal, assim que transmitir a declaração em atraso, o contribuinte receberá a Notificação de Lançamento da multa, que deve ser impressa por meio do programa da declaração, utilizando-se o caminho “Declaração... Imprimir... Recibo”.
Serão impressos, em sequência: o recibo, a Notificação de Lançamento e o Darf da multa.
Como a notificação da multa ocorre por meio eletrônico, o contribuinte tem o prazo de 45 dias, a partir da entrega em atraso, para efetuar o pagamento.
Links úteis
Receita Federal do Brasil
www.receita.fazenda.gov.br
O seguro é importante para o seu planejamento financeiro. Que tal compreender melhor seu funcionamento e termos envolvidos?
Apesar de fazer parte do dia-a-dia de quem está acostumado a contratar seguro, seja de casa, de vida, de automóveis, ainda existe certo desconhecimento quanto a alguns termos.
A indenização é, de acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), a reparação do dano sofrido pelo segurado: é a quantia que a seguradora paga para cobrir as despesas em caso sinistro, de acordo com os limites estipulados em contrato.
O prêmio, por outro lado, por dar uma ideia de ganho, recompensa, pode ser confundido com indenização. No entanto, de acordo com definição da Susep, prêmio é “a soma em dinheiro, paga pelo segurado ao segurador, para que este assuma a responsabilidade de um determinado risco”. É o valor que a pessoa paga para ter um bem segurado.
Leitura recomendada:
Seguro: importante para o seu planejamento financeiro
Links úteis
Susep – Superintendência de Seguros Privados
www.susep.gov.br
Em tempos de entrega de Declaração de Imposto de Renda, veja quais os principais motivos que levam os contribuintes a cair na malha.
A tão temida “malha fina” é o nome popular que se dá à Malha Fiscal da Declaração de Ajuste Anual da Pessoa Física. Diz-se que o contribuinte “caiu” na malha fina quando sua declaração de imposto de renda fica retida para averiguação da Receita Federal.
A malha fiscal é a revisão de todas as declarações, na qual são efetuadas verificações nos dados declarados pelo contribuinte e os cruzamentos destas informações com outros elementos disponíveis nos sistemas da Secretaria da Receita Federal.
Segundo especialistas, entre os principais problemas que levam os contribuintes à malha estão: omissão de rendimentos (tanto do titular como do dependente) e informações inconsistentes sobre despesas com saúde.
Links úteis
Receita Federal do Brasil
www.receita.fazenda.gov.br
A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento
A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento, como os itens cobertos, informações sobre o segurado, prazo de vigência do seguro, prêmios devidos, enfim, os direitos e obrigações da companhia de seguros e do segurado.
A emissão da apólice caracteriza a aceitação das condições discriminadas na proposta e o compromisso formal da segurada em atender às obrigações especificadas nas cláusulas contidas nas Condições e na Proposta – outros dois instrumentos do contrato.
Links úteis
Susep – Superintendência de Seguros Privadas
www.susep.gov.br
Viver Seguro – Portal do sistema de representação do mercado segurador
www.viverseguro.org.br
É necessário declarar normalmente o IR 2010, pois um documento não depende do outro. Procure saber qual foi o erro, para não cometê-lo novamente
Sim. Mesmo que sua declaração do IR 2009 tenha ficado retida para uma análise mais aprofundada da Receita Federal – impedindo assim a liberação do pagamento da restituição -, declare normalmente o IR 2010, pois um documento não depende do outro.
Uma dica é procurar saber por que a declaração anterior ficou retida, para evitar que o mesmo erro segure, também, a declaração do IR 2010.
O prazo de entrega da Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2010 termina às 23h59min59seg do dia 30 de abril. Em caso de atraso, a multa é de 1% sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto a pagar.
Links úteis
Receita Federal do Brasil
www.receita.fazenda.gov.br
Analise cláusulas com atenção. No caso de dúvidas em condições e termos, não assine o documento antes de esclarecê-los
O primeiro cuidado a ser tomado é ler com bastante atenção todas as cláusulas do contrato antes de assiná-lo. Caso haja dúvidas em termos ou colocações no contrato, peça ajuda e só assine quando tiver certeza de que entendeu tudo o que consta no documento.
No caso de seguro saúde, informações como quais especialidades, hospitais, enfermidades, cirurgias e despesas extras serão e não serão incluídas no plano são de fundamental importância. Atenção também à forma de reajuste, período de cobertura e carência.
Para o seguro do carro, é importante observar todas as cláusulas de abrangência e não omitir informações sobre o veículo e seu uso, sob pena de não cobertura em casos omissos pelo contratante.
Cuidado para não aceitar qualquer produto por impulso e acatar cláusulas sem conhecê-las ou questioná-las.
Links úteis
Susep – Superintendência de Seguros Privados
www.susep.gov.br
Viver Seguro
www.viverseguro.org.br
Para este ano, é possível deduzir o valor de R$ 1.730,40, por dependente, na Declaração de Imposto de Renda. A entrega do documento pode ser feita até 30 de abril
Para efeito do imposto de renda, são considerados dependentes:
filho(a) ou enteado(a), até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
filho(a) ou enteado(a) universitário ou cursando escola técnica de segundo grau, até 24 anos;
irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;
menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;
pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador;
companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge;
pais, avós e bisavós que, em 2009, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 17.215,08.
Para este ano, é possível deduzir o valor de R$ 1.730,40, por dependente, na Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2010 (ano-base 2009). A temporada de entrega da declaração acontece até o dia 30 de abril.
Links úteis
Receita Federal do Brasil
www.receita.fazenda.gov.br
Defina, primeiro, seus objetivos e metas. Analise, na sequência, sua forma de lidar com as perdas, para então definir uma modalidade de investimento que se ajuste ao seu perfil
O primeiro passo é definir objetivos e metas. Por que você quer investir? Quanto precisa guardar? Por quanto tempo? Com essas respostas, fica mais fácil escolher a modalidade de investimento mais adequada às suas necessidades.
Além disso, a escolha da melhor aplicação vai depender do seu perfil de risco. Você prefere ganhos maiores, mesmo que corra o risco de perder, ou se contenta com um rendimento menor, desde que tenha segurança? Dependendo da sua forma de lidar com as perdas, existe uma modalidade de investimento que se encaixe à sua característica.
Uma dica importante para quem vai começar a investir: estude! Obtenha o maior número possível de informações e de fontes confiáveis, incluindo livros, universidades, jornais, internet, amigos e parentes. O conhecimento é a base do sucesso para o investidor e, com informações corretas, fica mais tomar decisões acertadas.
Links úteis
Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais)
PGBL favorece optantes pela declaração completa do IR; benefício fiscal pode aumentar a restituição ou reduzir o valor a ser pago no acerto de contas.
De acordo com o Ministério da Previdência Social, na chamada aposentadoria por idade, têm direito ao benefício os trabalhadores urbanos do sexo masculino a partir dos 65 anos e do sexo feminino a partir dos 60 anos de idade. Os trabalhadores rurais podem pedir aposentadoria por idade com cinco anos a menos: a partir dos 60 anos, homens, e a partir dos 55 anos, mulheres.
Para solicitar o benefício, os trabalhadores urbanos inscritos na Previdência Social a partir de 25 de julho de 1991 precisam comprovar 180 contribuições mensais. Os rurais têm de provar, com documentos, 180 meses de atividade rural.
Os segurados urbanos filiados até 24 de julho de 1991 devem comprovar o número de contribuições exigidas de acordo com o ano em que implementaram as condições para requerer o benefício, conforme tabela progressiva de carência, disponível no site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br).
Segundo o Ministério, a aposentadoria por idade é irreversível e irrenunciável: depois que receber o primeiro pagamento, ou sacar o PIS e/ou o Fundo de Garantia (o que ocorrer primeiro), o segurado não poderá desistir do benefício. Vale esclarecer, no entanto, que o trabalhador não precisa sair do emprego para requerer a aposentadoria.
Links úteis:
www.previdencia.gov.br
PGBL favorece optantes pela declaração completa do IR; benefício fiscal pode aumentar a restituição ou reduzir o valor a ser pago no acerto de contas.
Os investimentos em previdência privada, na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), permitem que o contribuinte deduza até 12% dos seus rendimentos tributáveis no ano, na hora de declarar o Imposto de Renda.
O investimento favorece aqueles que optam pela declaração completa do IR e significa que o benefício fiscal pode aumentar a restituição ou reduzir o valor a ser pago no acerto de contas.
No entanto, para usufruir do benefício, o contribuinte precisa ficar atento a alguns detalhes:
- o ônus deve ser da própria pessoa física (ou seja, só pode declarar quem contribui para o plano);
- no caso de dedução de planos de dependentes, o contribuinte declarante deve ser responsável pelo pagamento da contribuição;
- a pessoa física deve, também, contribuir para o regime geral de previdência social ou, quando for o caso, para regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargo efetivo da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, observada a contribuição mínima.
Links úteis:
www.viverseguro.org.br
www.receita.fazenda.gov.br
Leitura recomendada:
Previdência Privada: saiba mais sobre benefício fiscal
Previdência complementar: conheça e entenda os diferentes regimes de tributação
Você vai querer oferecer tudo de melhor para o bebê. Mas é possível economizar nesta fase, sem deixar de curtir os meses que antecedem o nascimento.
Para quem está programando a chegada de um herdeiro, a empolgação com o primeiro filho tende a levar a um orçamento mais apertado.
A razão é simples: você vai querer oferecer tudo de melhor para o seu pequeno. Mas é possível economizar nesta fase, sem deixar de curtir os meses que antecedem o nascimento. Seguem algumas dicas:
Atualize a planilha de orçamento, já colocando os gastos com o bebê, que farão muita diferença nas contas. Se necessário, corte algumas despesas.
Atenção às compras de enxoval, acessórios e brinquedos. Além de a criança receber muitos presentes antes mesmo de nascer, roupas de grife, carrinhos ultramodernos e brinquedos caros não são essenciais nesta fase da vida da criança.
Faça um estoque de fraldas. O item, cuja média de consumo pode chegar a um pacote por dia nas primeiras semanas de vida, pedem uma ampla pesquisa de preços. Farmácias, drogarias e supermercados fazem promoções com freqüência, de forma que o melhor é ir comprando aos poucos para aproveitar os melhores preços. Não descarte a possibilidade de recorrer a atacadistas.
Neste período, é comum que você comece a abrir mão de compras pessoais, corte gastos antes essenciais e que agora parecem supérfluos, tudo em prol dos itens para a criança. Suas prioridades irão mudar, definitivamente. E quando vir o sorriso no rosto de seu filho, saberá que tudo vale muito a pena!
Links úteis:
Preparação de um orçamento
Planejar para o grande dia
Ideal é incluir ativos mais e menos líquidos - que podem ou não serem transformados em dinheiro com mais rapidez.
Em investimentos, diversificar significa dividir o dinheiro a ser investido em diferentes aplicações. O principal objetivo da diversificação é reduzir o risco de perdas, ou seja, quando um investimento não estiver indo bem, os outros podem compensar, tornando, na média, as perdas menos expressivas.
O ideal na diversificação é incluir ativos mais e menos líquidos – que podem ou não serem transformados em dinheiro com mais rapidez -, com maior e menor nível de risco e rentabilidade, de vários mercados, de forma a reduzir o risco geral da carteira.
No entanto, para os investidores mais agressivos e adeptos da renda variável, é possível, também, diversificar apenas no mercado de ações. Comprar papéis de empresas de diferentes setores e que não sofram as mesmas influências da economia é uma forma de diversificação, pois enquanto um papel estiver em baixa, o outro poderá estar em alta, reduzindo as perdas da carteira.
Links úteis:
www.bmfbovespa.com.br
Leitura recomendada:
Como começar a investir?
Evite os erros mais comuns
Esta modalidade é indicada para quem busca rentabilidade, pode correr um pouco de risco e não precisa dos recursos no curto prazo.
Os fundos multimercado permitem que o investidor diversifique a aplicação, estando em um único fundo de investimento: como o próprio nome sugere, os recursos podem ser aplicados em vários mercados ao mesmo tempo.
Esta modalidade é indicada para quem busca rentabilidade, pode correr um pouco de risco e não precisa dos recursos no curto prazo.
Existem diferentes subcategorias de fundos multimercado, indicadas para diferentes perfis de investidor. Os fundos multimercado sem renda variável aplicam no mercado de renda fixa e câmbio, enquanto os multimercado com renda variável podem, também, investir no mercado de ações, desde que não superem o limite de 49% do seu patrimônio.
Links úteis:
Anbima
Confira o calendário para o IPVA: em cota única para pagamento em janeiro, há desconto de 3%. Já o valor parcelado deve ser pago de janeiro a março. Fique atento!
O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) no estado de São Paulo pode ser pago em cota única, em janeiro, com desconto de 3%. É possível, também, pagar em cota única em fevereiro. Mas, neste caso, não há desconto.
Outra possibilidade é o pagamento parcelado, também sem desconto, com vencimentos em janeiro, fevereiro e março.
Confira o calendário abaixo e fique atento às datas.
| Mês de pagamento | Janeiro | Fevereiro | Março |
| Placa | Cota única com desconto ou 1ª parcela |
Cota única sem desconto ou 2ª parcela |
3ª parcela |
| Final 1 | 8/01/2010 | 10/02/2010 | 10/03/2010 |
| Final 2 | 11/01/2010 | 11/02/2010 | 11/03/2010 |
| Final 3 | 12/01/2010 | 12/02/2010 | 12/03/2010 |
| Final 4 | 13/01/2010 | 18/02/2010 | 15/03/2010 |
| Final 5 | 14/01/2010 | 19/02/2010 | 16/03/2010 |
| Final 6 | 15/01/2010 | 22/02/2010 | 17/03/2010 |
| Final 7 | 18/01/2010 | 23/02/2010 | 18/03/2010 |
| Final 8 | 19/01/2010 | 24/02/2010 | 19/03/2010 |
| Final 9 | 20/01/2010 | 25/02/2010 | 22/03/2010 |
| Final 0 | 21/01/2010 | 26/02/2010 | 23/03/2010 |
Links úteis:
Secretaria da Fazenda – Governo do Estado de São Paulo
www.fazenda.sp.gov.br
Neste início do ano, é muito importante estar ciente das despesas comuns à época, como IPTU, IPVA e compra do material escolar, para planejar melhor suas contas.
O primeiro passo é listar todas as contas que ainda estão por vencer, como cheques pré-datados, cartão de crédito etc. Com o valor exato de quanto ainda deve, planeje seu orçamento para priorizar esses pagamentos antes de se envolver em novos débitos.
Lembre-se que, no início do ano, novas dívidas aparecem, como pagamento de IPVA, IPTU, matrícula e material escolar etc. É importante estar ciente destas obrigações para não desfalcar o orçamento.
O Natal de 2009 já passou, mas vale pensar em organizar as contas desde já, para garantir um ano mais tranqüilo financeiramente e programar-se para novas compras, aquisições e sonhos! Boa sorte!
Para saber mais sobre orçamento, leia nosso passo a passo.
Comunhão parcial, comunhão universal, separação total de bens e participação final dos aquestos. Você certamente já ouviu falar desses termos... Mas sabe mesmo o que significam? Confira!
Regime de bens é o conjunto de determinações legais ou convencionais que regem as relações patrimoniais entre o casal, enquanto durar o casamento.
No Brasil, existem quatro regime de bens, sendo que o padrão é a Comunhão Parcial. Para optar por um outro regime, o casal pode fazer um pacto antenupcional, especificando o acordo preferido.
Conheça abaixo os regimes existentes no País e as principais diferenças entre eles:
Comunhão Parcial de Bens: regime padrão, que define que todo o patrimônio adquirido após o casamento, de forma onerosa (envolvendo dinheiro), é do casal (exceto bens adquiridos por doação, herança ou legado).
No caso de separação, cada um tem direito ao patrimônio pessoal (aquele existente antes do casamento), mais meação (metade dos bens adquiridos durante o casamento).
Comunhão Universal: antigo regime padrão, atualmente definido em pacto antenupcial, indica que todos os bens do casal, independente de serem adquiridos antes ou depois do casamento, são do casal. Em caso de separação, fica 50% para cada um.
Separação Total de Bens: definido em pacto antenupcial (ou, em casos especiais, obrigado por lei), indica que não há comunhão, ou seja, cada cônjuge conserva a propriedade de seus bens particulares presentes e futuros. Em caso de separação, cada um fica com o próprio patrimônio.
Participação Final nos Aquestos: neste regime, pouco conhecido entre a população, durante o casamento cada um responde por seus bens, ou seja, não há comunhão. No entanto, em caso de separação ou morte, os bens adquiridos durante o casamento são divididos, conforme a comunhão parcial de bens.
Além dos citados acima, vale destacar, também, a União Estável. Neste regime, não há casamento, mas, sim, convivência, e independentemente de tempo, basta que seja público, contínuo, duradouro e com o objetivo de constituir família. Na união estável aplica-se o regime da comunhão parcial de bens, mas é possível, por meio de um contrato de convivência, optar por outro regime.
SACs e Ouvidorias têm o objetivo de empreender mudanças, além de atender e orientar o consumidor. Já os Procons (estaduais ou municipais) exercem um papel direto na defesa do consumidor.
O consumidor brasileiro conta com uma boa estrutura com o objetivo de fazer cumprir o disposto no Código de Defesa do Consumidor, como os SACs, as Ouvidorias e os Procons.
Os SACs e as Ouvidorias, especialmente, devem ser a primeira opção do cliente quando for relatar algum problema, já que o objetivo destas entidades é empreender mudanças, além de atender e orientar o consumidor.
Já os Procons (estaduais ou municipais) exercem um papel direto na defesa do consumidor e podem firmar acordos, fiscalizar, estabelecer normas, propor ações coletivas, fazer representações criminais, denúncias, pedir recall e divulgar cadastro de reclamações.
Links úteis:
Fundação Procon SP
A união estável independe do tempo de relacionamento e aplica-se o regime da comunhão parcial de bens
Na chamada União Estável, não há casamento, mas sim convivência. Ao contrário do que muita gente acredita, a união estável independe do tempo de relacionamento, ou seja, não existe um período específico para que seja configurada a união, basta a comprovação de que a relação tenha sido pública, contínua, duradoura e com o objetivo de constituir família.
Na união estável, aplica-se o regime da comunhão parcial de bens, o que significa que, um namorado, noivo ou pessoa que comprove que teve um convívio com a outra - desde que o relacionamento pudesse, perante a lei, virar casamento - passa a ter direito aos bens conquistados, de forma onerosa (ou seja, envolvendo dinheiro), durante o relacionamento, de acordo com a comunhão parcial de bens (ou sob outro regime, caso o casal assine um contrato com essa opção).
Considerando esses aspectos, deve-se ter em mente que mesmo os solteiros devem se prevenir, planejando e documentando o destino de seu patrimônio, pois o simples término de um namoro pode por em risco sua vida financeira.
Existem várias maneiras de consultar o saldo e extrato do Fundo. Conheça-as aqui!
O profissional pode acompanhar com frequência os depósitos efetuados pela empresa onde trabalha. Afinal, existem várias formas de acesso a essas informações.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, uma das formas mais fáceis, cômodas e práticas de conferir os recursos disponíveis na sua conta vinculada ao fundo, é por meio do portal da Caixa na internet, pelos links Saldo do FGTS e Extrato do FGTS.
No entanto, existem outras maneiras de consultar o saldo e extrato do Fundo, listadas a seguir:
Postos de Atendimento Eletrônico - nestes terminais, você deve utilizar o Cartão Cidadão para consultar saldo e extrato da sua conta vinculada ao FGTS.
Salas de Autotendimento - aqui, também você precisa do Cartão Cidadão para consultar saldo e extrato da sua conta vinculada ao FGTS.
Agências da CAIXA - Você pode obter saldo e extrato da sua conta vinculada ao FGTS direto nos caixas das agências.
Links úteis:
Caixa Econômica Federal
Lembre-se que esta escolha está ligada às suas aptidões, ao seu perfil e ao grau de conhecimento do assunto. Capriche!
Planejar o negócio e analisar os riscos pode ser a chave do sucesso para uma empresa. Assim, existem alguns cuidados devem ser observados para que seu investimento não vá pelos ares. Veja só:
Planeje seu empreendimento - que tipo de negócio irá montar? Lembre-se que esta escolha está ligada, diretamente, às suas aptidões, ao seu perfil e ao grau de conhecimento do assunto.
Avalie os riscos - ainda na pesquisa sobre o ramo de negócio a seguir, é preciso avaliar os riscos aos quais seu empreendimento estará sujeito.
Economia nacional e local - é preciso analisar também quais os efeitos da economia em seu negócio.
Concorrência e oportunidade - amplie sua visão e acompanhe atentamente quem é o seu mercado. Isso significa analisar para quem pretende produzir ou oferecer seus serviços. Do mesmo modo, "rastreie" seus concorrentes.
Local de instalação - observe se a rua possui movimento, se a infraestrutura é favorável, se há boas condições de acesso para chegar até lá, seja por meio de transporte individual ou coletivo. Faça uma cotação detalhada quanto ao preço do aluguel, tempo de duração e outras condições do contrato.
Para saber mais sobre o assunto, acesse:
Além de cuidar das suas finanças, é importante ficar atento ao que acontece à nossa volta, para tomar boas decisões
Durante a recente crise mundial, recessão foi um nome bastante pronunciado. Trata-se do período em que ocorre uma grande queda na taxa de crescimento econômico de uma determinada região ou país, o que causa uma diminuição da produção e do trabalho, dos salários e dos benefícios das empresas.
Assim, para avaliar se um país entrou em recessão, é preciso avaliar a economia local. Tecnicamente, para que a economia de um país entre em recessão, são necessários dois trimestres consecutivos de queda no PIB (Produto Interno Bruto). Um crescimento pequeno do PIB não significa recessão, mas, sim, estagnação da economia.
E você sabe o que é PIB? Este termo reflete o total de bens e serviços produzidos em uma determinada região por certo tempo. Em geral, é calculado trimestralmente ou anualmente. A taxa de variação do PIB indica o crescimento da economia.
Para empresas, o período de recessão vai refletir nas importações, produção e aumentar a capacidade ociosa. Para o consumidor e o trabalhador, indicará salários mais baixos, desemprego, restrição de crédito, juros altos e desestímulo para compras.
O Impostômetro mede todos os valores arrecadados pelas três esferas do Governo em impostos, taxas, contribuições, incluindo multas, juros e correção.
O Impostômetro, sistema permanente de acompanhamento das receitas tributárias, mede todos os valores arrecadados pelas três esferas do Governo em impostos, taxas, contribuições, incluindo multas, juros e correção monetária.
Os dados vêm de órgãos como Receita Federal, Secretaria do Tesouro, Tribunal de Contas da União (TCU) e IBGE.
O Impostômetro é uma iniciativa da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), em parceria com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), e faz parte de uma campanha de educação tributária que visa mostrar, em tempo real, quanto o contribuinte paga em tributos, ao longo de determinado período.
A ferramenta, instalada na frente do prédio da ACSP no centro de São Paulo, pode ser acompanhada pelo site www.impostometro.org.br/.
Para ter direito às verbas rescisórias, como férias e décimo terceiro proporcionais, é necessário ter um contrato de trabalho com base na CLT.
Trabalhar sem registro, na informalidade, não dá direitos ao trabalhador. Pode até parecer vantajoso em um primeiro momento, já que não há os descontos previstos na lei trabalhista, mas, no final, é apenas uma vantagem ilusória.
Para ter direito às verbas rescisórias, como férias e décimo terceiro proporcionais, por exemplo, é necessário ter um contrato de trabalho com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
O trabalhador celetista, na demissão, tem os seguintes direitos:
- aviso prévio (ou ser comunicado com 30 dias de antecedência ou receber salário equivalente a 30 dias)
- 13º proporcional
- férias proporcional
- liberação do FGTS acrescido de multa de 40%
- saldo de salário (dias trabalhados no mês)
- seguro-desemprego se tiver mais de seis meses de trabalho
Ministério do Trabalho e Emprego
www.mte.gov.br/
Benefício pode ser solicitado por meio de agendamento pela internet, pelo telefone ou nas Agências da Previdência Social, mediante cumprimento de algumas exigências legais. Saiba mais!
Sendo contribuinte do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o trabalhador tem direito, no caso de aposentadoria por idade, a receber o benefício a partir dos 65 anos (trabalhadores urbanos do sexo masculino) e, no caso das mulheres, a partir dos 60 anos de idade.
O benefício pode ser solicitado por meio de agendamento pela internet, pelo telefone 135 ou nas Agências da Previdência Social, mediante o cumprimento das exigências legais.
Já no caso de aposentadoria por tempo de contribuição, para ter direito à aposentadoria integral, o trabalhador homem deve comprovar pelo menos 35 anos de contribuição e a trabalhadora mulher, 30 anos. Para requerer a aposentadoria proporcional, o trabalhador tem que combinar dois requisitos: tempo de contribuição e idade mínima.
Para saber mais sobre o assunto,leia:
Links úteis
Segundo especialistas em Finanças Pessoais, com muito trabalho e algumas qualidades especiais, a meta pode sim ser concretizada.
Chegar ao primeiro milhão de reais, sem contar com uma herança polpuda, com a sorte de ganhar na loteria ou de vencer um reality show, parece algo praticamente impossível. Na realidade, alcançar tal meta não é uma empreitada fácil.
Entretanto, segundo especialistas em Finanças Pessoais, com muito trabalho e algumas qualidades especiais, a meta pode sim ser concretizada. A tarefa não passa somente pelo planejamento financeiro e investimento nas melhores opções, mas é importante estar muito bem informado e atento às oportunidades.
Outro aspecto fundamental: a paciência. Como se trata de um sonho distante para a maioria da população, é preciso saber esperar, fazendo, lógico, a sua parte. O investidor deve também estar disposto a correr alguns riscos, já que, respeitando a regra principal de investimento, quanto maior o risco, maior o retorno.
Opções convencionais de investimentos, que atendem ao perfil conservador, devem ser utilizadas para a diversificação de sua carteira e segurança em termos de perda. Planeje seu futuro!
Leitura recomendada:
Para começar a investir, informação é fundamental. Afinal, você terá que tomar decisões importantes com o seu dinheiro, em busca do melhor resultado.
Começar a aplicar seu dinheiro no mercado de ações pede um pouco de conhecimento por parte do investidor, seja para escolher as melhores empresas ou para conhecer as principais variáveis, como risco e retorno da aplicação.
Para adquirir esses conhecimentos, é possível buscar os cursos oferecidos no mercado por instituições de referência, como BM&F Bovespa, INI (Instituto Nacional de Investidores) e Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento).
A BM&F Bovespa oferece dois tipos de cursos gratuitos: Finanças Pessoais (Educar) e Introdução ao Mercado de Ações.
Um dos cursos do INI foca conceitos do mercado acionário e suas aplicações diárias para o investidor que deseja ter sucesso nessa modalidade de investimento.
E a Anbid, além dos cursos, conta com cartilhas educativas ilustradas apresentadas em um formato didático e de fácil entendimento, com as regras e noções básicas sobre como administrar seus investimentos e obter, por meio das aplicações financeiras, resultados compatíveis às necessidades de cada investidor.
Para mais informações, acesse:
BM&F Bovespa
INI - Instituto Nacional dos Investidores
Anbid - Associação Nacional dos Bancos de Investimento
Leitura recomendada:
Começando a Investir
Iniciando como investidor? A primeira medida é buscar informações sobre o assunto. Clique aqui!
Quando você investe em ações, você se torna sócio da empresa e, por isso, tem direito a receber por isso, certo? Assim, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida pelos investidores, apurado ao fim de cada exercício social.
O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.
Já as debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazo emitidos por sociedades anônimas, que conferem ao detentor do título, o chamado debenturista, um direito de crédito contra a emissora. Assim, ao comprar uma debênture, a pessoa passa a ser credora da empresa.
Leitura recomendada:
Começando a Investir
Links úteis:
BM&F Bovespa
Muitos pais ficam apreensivos com a possibilidade de não terem mais condições para pagar os estudos dos seus filhos. É possível se proteger?
Quem tem filhos sabe o quanto custa arcar com os gastos com escola, cursos de línguas, lazer etc. Diante do aumento dos custos com educação e das incertezas em um mercado de trabalho cada vez mais instável, muitos pais ficam apreensivos com a possibilidade de não terem mais condições para pagar os estudos dos seus filhos, por conta da perda do emprego.
O seguro-educação visa a manter os estudos das crianças até o término do ensino médio ou, se o pai preferir, até a universidade.
Na maioria das vezes, a instituição de ensino a possui um convênio com alguma seguradora, e oferece o seguro no momento da matrícula. O pai pode optar pelo acréscimo do valor do seguro na própria mensalidade escolar.
Leitura recomendada:
Planeje a educação do seu filho
Quanto antes começar a investir, menor será o seu esforço. Destinando uma quantia mensal a um plano de previdência, poderá acumular boa reserva para o seu filho.
Você pode adquirir um plano de previdência para o seu filho a qualquer momento. Muitos casais o fazem logo no nascimento do bebê, com o objetivo de acumular recursos que garantam o custeio da faculdade, por exemplo.
Se você acha isso exagero, vale lembrar que, quanto antes começar a investir, menor será o seu esforço. Reservando uma quantia mensal (que pode ser, no mínimo, de R$ 25 para alguns planos) para um plano de previdência, você poderá acumular uma boa reserva para o seu filho.
Leitura recomendada:
A rentabilidade (ou retorno do investimento) está relacionada ao risco de cada aplicação. Esta é a regra básica ao investir
Ao investir seu dinheiro, uma das primeiras perguntas que surgem é: qual será o meu ganho? Está aí o conceito de rentabilidade.
No entanto, o que poucas pessoas sabem, é que a rentabilidade (ou retorno do investimento) está relacionada ao risco de cada aplicação. Esta é a regra básica ao investir.
Cada modalidade de investimento tem seu perfil, seus riscos e, consequentemente, sua rentabilidade. Justamente por isso é que se fala na diversificação, que é outra lição muito importante: investir seu dinheiro em mais de um tipo de aplicação.
Dessa forma, em caso de forte oscilação dos mercados financeiros, as perdas registradas em algumas aplicações podem ser compensadas pelos ganhos em outras.
A decisão de onde colocar seu dinheiro vai depender do prazo em que você pretende deixar tal quantia aplicada, do seu apetite por risco e objetivo de investimento.
Leitura recomendada:
Conheça o seu perfil de investidor
O melhor a fazer é organizar seu orçamento, constituir uma reserva de emergência e então começar a investir, focando no longo prazo
A forma mais fácil de construir um patrimônio é poupando constantemente e investindo esses recursos de forma adequada. Muitas vezes, não é o valor que você investe que faz a diferença, mas sim a frequência com que consegue aplicar. Ao investir sempre, dentro de intervalos definidos, o esforço parece menor.
Poupar e ter recursos para investir significa abrir mão do consumo presente para poder ter mais no futuro para atingir seus objetivos. Ao fazer isso gradualmente, você faz a "batalha" entre poupança e consumo ficar mais fácil. Afinal, pequenas quantias não proporcionam a chance de consumir muita coisa, o que é mais fácil de aceitar.
Uma dica importante: nada de retirar o dinheiro da aplicação na primeira necessidade. O melhor a fazer é organizar seu orçamento, constituir uma reserva de emergência e então começar a investir, focando no longo prazo.
Leia no Finanças Práticas:
Começando a investir
Existe uma série de descontos que "atacam" o holerite. Aqui, listaremos apenas os principais. Confira!
No dia do pagamento, todos nós passamos pela mesma situação: primeiro, a alegria em receber o holerite. Depois, a frustração ao abri-lo, ao constatar que o valor líquido (com os descontos) é muito diferente do bruto (valor inicial).
Existe uma série de descontos que "atacam" o holerite. Aqui, listaremos apenas os principais:
INSS
A contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) tem a finalidade de sustentar o sistema da previdência social, que garante a você e a outros trabalhadores, ativos ou inativos, ter uma renda quando se aposentarem, ou benefícios como auxílio-doença, auxílio-acidente, salário-maternidade, entre outros. Para calcular a contribuição que terá de fazer mensalmente, saiba que existe um limite de desconto percentual, que varia conforme a faixa de salário.
Imposto de Renda
Além da contribuição à Previdência, você pode ter abatido do seu salário o Imposto de Renda Retido na Fonte. Os descontos também se distinguem por rendimento, sendo que algumas pessoas são isentas.
Outros descontos
Quem depende de ônibus, trem ou metrô para ir ao trabalho, geralmente recebe o vale-transporte da empresa. No entanto, o benefício pode acabar se revertendo em mais um desconto no holerite: de acordo com a legislação, uma parcela equivalente a 6% do salário bruto do trabalhador é destinada para pagar o vale. O que exceder essa parcela é bancado pela empresa.
Outros benefícios, como plano de saúde e previdência privada, também podem ser em parte ou totalmente custeados pelos trabalhadores, o que gera mais abatimentos no salário. Além disso, independentemente da área de atuação e de ser associado a um sindicato, em março, você e milhões de outros trabalhadores com carteira assinada têm descontada a contribuição sindical, correspondente a um dia (1/30) de salário bruto.
Lins úteis:
É importante analisar o contrato com atenção. Além do aluguel e do condomínio, o inquilino geralmente paga as despesas de telefone, luz, gás e água do imóvel alugado.
A lei do Inquilinato (nº 8.245, de 18/10/1991) destaca uma série de deveres e direitos do locador (dono do imóvel) e do locatário (inquilino). Entre elas está o pagamento de algumas taxas e obrigações.
Geralmente o contrato de locação do imóvel estabelece que o inquilino deve arcar com as despesas ordinárias do condomínio (gastos com água, gás, luz, limpeza e manutenção das áreas comuns, gastos com funcionários). As extraordinárias são de responsabilidade do proprietário, pois estão relacionadas à valorização do imóvel.
Além do pagamento mensal do aluguel e do condomínio, o inquilino deve pagar as despesas de telefone, luz, gás e água do imóvel alugado. Os contratos preveem também o pagamento de seguro residencial contra incêndio.
Sendo o seguro-fiança a modalidade de garantia exigida pelo locatário, é obrigação do inquilino o pagamento do prêmio.
O proprietário do imóvel pode, a qualquer momento, pedir ao inquilino que lhe apresente as contas pagas.
Para saber mais sobre locação de imóveis, sugerimos a leitura dos artigos do Finanças Práticas:
Contrato de aluguel
Responsabilidades do proprietário
Para acessar a Lei do Inquilinato, clique aqui
A resposta depende de alguns fatores, como etapa da vida e objetivos a curto, médio e longo prazo. Não existe regra pronta para a melhor decisão!
O sonho da casa própria é bastante comum entre nós brasileiros. No entanto, é importante esclarecer que nem sempre este é o melhor caminho, quando é necessário optar por comprar ou alugar um imóvel.
Tudo depende muito da etapa da vida em que está a pessoa em questão: seus objetivos a curto, médio e longo prazo, sua rotina, seu momento profissional etc. Abaixo, confira dois exemplos que poderão mostrar isso:
1. Márcio namora e quer sair da casa dos pais. Para isso, pensa em alugar um apartamento, junto com dois amigos, perto do local de trabalho, pois assim poderá economizar nas despesas com transporte (combustível, estacionamento e manutenção do carro).
Neste caso, é vantajoso para Marcio alugar imóvel e guardar recursos para comprar a casa própria mais tarde, quando, por exemplo, pensar em constituir uma família. Sua decisão foi acertada.
2. Joel e Sandra casam daqui a dois anos. Com o dinheiro investido que possuem hoje, planejam comprar seu primeiro apartamento, dando uma quantia maior de entrada para então financiar o restante, em prestações menores. Já fizeram as contas e as parcelas do financiamento não excederão 10% de sua renda mensal.
A intenção, neste caso, foi mostrar que não existe uma regra, uma resposta pronta. Cada caso deve ser analisado com cautela, de forma a chegar à melhor decisão. Isso é planejamento!
Para saber mais sobre o assunto, acesse:
Ter uma meta é fundamental para organizar sua vida financeira, guardando recursos para garantir a realização dos sonhos.
A primeira regra para que você possa atingir o seu objetivo é planejar. Ter uma meta é fundamental para organizar sua vida financeira, de forma a guardar recursos para garantir a realização dos sonhos.
É recomendável responder a algumas questões: quando você pretende fazer sua pós? O local do curso é próximo á sua casa ou trabalho (custos de transporte)? A empresa onde você trabalha pode lhe fornecer alguma ajuda de custo? Sua situação no emprego atual é favorável?
Para que você tenha certeza de que conseguirá arcar com os custos da pós, faça um teste! Comece a guardar, mensalmente, a quantia correspondente ao valor da mensalidade. Assim, poderá medir se tem condições financeiras para pagá-la ou, então, quanto falta para atingir o objetivo.
Caso não trabalhe, nem conte com o apoio dos pais, você pode recorrer a opções de financiamento e bolsas de estudo. Para saber mais sobre este assunto, acesse:
É preciso decidir como pretende alcançar este objetivo. A escolha vai depender de você querer ou não esperar um pouco mais de tempo para receber as chaves.
Em geral, a compra do primeiro imóvel envolve algum tipo de financiamento, pois ainda são poucas as pessoas que conseguem pagá-lo à vista. Assim, o primeiro passo a ser tomado é identificar que tipo de imóvel você precisa e quanto custaria uma propriedade com este perfil.
Feito isso, é preciso decidir como pretende alcançar este objetivo. Existem várias formas, mas as mais conhecidas são o financiamento e o consórcio. A escolha vai depender do fato de você querer ou não esperar um pouco mais de tempo para finalmente receber as chaves do seu imóvel.
Em ambos os casos, é preciso estar preparado para comprometer uma parcela significativa do seu orçamento com o pagamento de prestações. Não se esqueça que os gastos não acabam na compra. Além das taxas e impostos associados com o processo de aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais com manutenção, seguro, IPTU, condomínio etc.
Os gastos totais com o imóvel que não devem superar 35-40% do seu orçamento mensal.
Para saber mais sobre este assunto, recomendamos a leitura do tópico "A compra da casa própria", em nossa seção Etapas da Vida.
Além da facilidade e da segurança de não ter que carregar dinheiro, os cartões podem ser grandes aliados do planejamento e da educação financeira.
Além da facilidade e da segurança de não ter que carregar dinheiro, os cartões podem ser grandes aliados do planejamento e da educação financeira.
Com a ferramenta, ao determinar o saldo disponível no cartão, os pais acabam forçando os filhos a se planejarem para não gastarem mais do que podem.
Para saber mais sobre os cartões e suas facilidades, leia:
Antes de optar por um plano de previdência, é importante entender alguns conceitos e então escolher onde você vai investir.
Antes de optar por um plano de previdência, é importante entender alguns conceitos. Entre eles, diferença entre os planos abertos e fechados.
A previdência privada fechada aceita apenas pessoas que integram um determinado grupo, normalmente vinculado a uma empresa ou a um conglomerado. Já a previdência aberta é disponível a todos, podendo ser contratada por qualquer cidadão que deseja ingressar num desses planos.
A diferença entre os dois tipos de previdência não se limita a quem pode participar do plano. As entidades de previdência complementar fechada são constituídas obrigatoriamente sem fins lucrativos, de modo que todos os recursos sejam investidos no próprio fundo.
Já as entidades de previdência complementar aberta podem ser organizadas sob forma de Sociedade Anônima, quando tiverem fins lucrativos, ou sob a forma de sociedades civis ou fundações, quando sem fins lucrativos.
Incluem planos individuais, facultativos, que funcionam como fundos de investimento voltados para a aposentadoria, isto é, com uma ótica de longo prazo.
Para saber mais sobre o planejamento da sua aposentadoria, leia:
Estar atento aos seus direitos como trabalhador e a quanto você irá receber em cada situação deve fazer parte do seu planejamento financeiro.
A principal diferença entre ser demitido (decisão da empresa em dispensar o funcionário do trabalho) e pedir demissão (decisão do funcionário em deixar o emprego) diz respeito aos direitos do trabalhador.
Ao pedir demissão, o empregado deixa de receber as verbas rescisórias, tendo direito apenas aos dias trabalhados, férias proporcionais e férias vencidas. Há também a necessidade de cumprir aviso prévio, ou arcar com os custos financeiros de não cumpri-lo.
Neste caso, o trabalhador não tem acesso ao saque do seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
No caso de ser demitido, você, como funcionário, tem direito a receber o saldo de salário (dias trabalhados ainda não remunerados), o 13º salário proporcional aos meses de trabalho, férias proporcionais, férias vencidas (se houver) e 1/3 de férias.
Se a empresa não conceder o aviso prévio de trinta dias, deverá lhe pagar um salário a mais. Você pode ainda sacar na Caixa Econômica Federal, além do FGTS, a indenização de 40% do valor total dos depósitos realizados durante o período do contrato.
